terça-feira, 28 de abril de 2026

Vozes Gerais - 005/26

 



“Angu e torresmo, o gosto é o mesmo e quarquer cuscuz tem queijo.”

Miguel da Chiquinha (numa prosa de cozinha, filosofando sobre a vida).


Certificados - 012/26

 



Certificado 012/26 outorgado pela AIAP-Academia Intercontinental de Artistas & Poetas no 10° Sarau Poético Dia do Livro - ​Tema: Livros, em  25/4/26 ao poema: Livros São Sonhos na Mão.



Certificados - 011/26

 



Certificado 011/26 outorgado pela União das Academias Elos e Guimarães Rosa – UNALEGRO no II Evento Oficial "Tributo aos Grandes Escritores Mundiais" -  Homenagem ao Patrono Juvenal Galeno cadeira 063 - Tema:

Quando eu me for dessa terra
Irei nos ares voando,
Para que os matos não digam
Que já me viram chorando... 

A PARTIDA “Juvenal Galeno” ,

em  25/4/26 ao poema: Na Curva do Rio.


segunda-feira, 27 de abril de 2026

Vozes Gerais - 004/26

 



"Sem pitá, eu cá fico é doido!"

Seu Pires (num momento de forçada abstinência.)

Vozes Gerais - 003/26

 



"Enredadô é matadô!"


Marieta Pó.

Soneto 001/26

 


Noites sem Claridade 


Minha vida foi murchando, assim,

feito flor esquecida no quintal;

minha alma, que era luz num castiçal,

foi perdendo o rumo dentro em mim.


Depois que você se foi, ficou ruim,

tudo meio sem graça, desigual;

vivo à toa, num silêncio tão brutal,

feito estrela que se apaga no fim.


Vago igual vagalume na estrada,

sem achar nem um rumo pra seguir,

nessa noite comprida e calada.


Coração já cansado de penar,

vai levando esse resto de existir...

sem saber se ainda vale clarear.


Sereno dos Gerais 

26/4/26

Décima 017/26



Livre por Natureza


Sou ave de arribação,

não nasci pra ser domado

ou na gaiola trancado.

Meu lugar é a imensidão

do cerrado e do sertão.

Sou sempre-viva da serra

que, mesmo com pouca terra,

do seu galho arrancada,

colhida, desidratada,

não perde o viço que encerra.


Potro xucro, crina ao vento,

galopando livremente,

feito água em torrente.

Sou força dos elementos,

livre tal pensamento.

Tal o sol da madrugada

que, livre, faz a jornada

com seu brilho perceptível,

em toda terra é visível,

sem precisar de estrada.


Sou feito abelha na flor,

touro solto na invernada,

andorinha em revoada;

cascata que, co'estertor,

rende graças ao Senhor.

Sou força da Natureza,

o rio na correnteza,

não me acostumo a grilhão.

Meu lugar é no sertão:

muita fartura e largueza!


Sereno dos Gerais

26/4/26

Certificados - 039/26

Certificado nº 039/26 outorgado pelas  AMILCA e ACaL   no  FESTIVAL PALABRA EL MUNDO , em  28/5/26 ao poema:  Livre Caminhar .